A origem do quebra-cabeça é uma dúvida, e não há nenhuma comprovação sobre a data e o responsável pela sua criação.
Na China existia o Tangram, com uma história de criação milenar, é um quebra-cabeça com peças geométricas que formam milhares de figuras com apenas 7 peças, porém se diferencia bastante do modelo tradicional o qual conhecemos.
Em 1820, o quebra-cabeça já fazia um enorme sucesso, sendo um dos principais brinquedos da época, com diversas gravuras e pinturas.
As peças como conhecemos hoje, apareceram um século após a invenção do cartógrafo inglês, e a Revolução Industrial que acontecia no período, contribuiu para a baratear o custo de produção e popularizar ainda mais o brinquedo.
O uso do quebra-cabeças na educação infantil é um clássico.
Estudos mostram que o quebra-cabeça serve como uma forma de fortalecer o elo familiar e torna o diálogo mais fácil entre pais e filhos, já que o ambiente relaxante facilita a conversa.
Um jogo onde a agilidade supera qualquer força física. No processo de formação educacional e cognitiva de uma criança, o jogo é um forte aliado no desenvolvimento:
físico;
neurológico;
psicomotor;
capacidades de concentração;
noção espacial e percepção visual;
Alguns estudiosos afirmam, inclusive, que este brinquedo auxilia também em processos de amadurecimento e resolução de questões de cunho psicológico.
O quebra-cabeças na educação infantil sempre foi um desejo.
São atraídas pela beleza das cores, pela variedade das peças, pelo desafio de conseguir montar o que os quebra-cabeças propõem e pela dinâmica inerente à manipulação das peças.
Estimular a aprendizagem;
Desenvolver a atenção e o pensamento lógico;
Desenvolver a coordenação motora e da possibilidade de dominar o corpo;
Desenvolver a inteligência;
Recontar as histórias;
Favorecer o desenvolvimento da atuação da memória;
Desenvolver diferentes habilidades do pensamento como: observar, comparar, analisar e sintetizar;
Fonte: http://www.redecaminhodosaber.com.br/blog/category/educacao-infantil/
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