segunda-feira, 10 de junho de 2019

Como o ato de brincar melhora muito o desenvolvimento infantil?


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Escola da Inteligência


Em geral, referimos à brincadeira como algo de fácil execução, insignificantes e que não oferece utilidade ou vantagem alguma. Nada mais equivocado do que esse pensamento, uma vez que as atividades lúdicas podem colaborar para o desenvolvimento infantil.

O sentido do brincar é muito mais amplo e complexo do que a mera recreação. Por meio dele, os pequenos exploram o mundo ao seu redor, atribuem significados às suas experiências e constroem suas próprias identidades. Há uma série de motivos que explicam à família porque é interessante encorajar, desde cedo, as crianças a brincarem. Abaixo elencamos alguns, confira.

Facilita a autonomia

O brincar autodirigido (aquele em que a criança é a protagonista, ou seja, ela mesma escolhe as diretrizes e os comandos do jogo) é comprovadamente o mais eficaz em relação à aprendizagem. Um pequeno incentivo e motivação inicial de um adulto são suficientes para proporcionar prazer e interesse na criação da própria brincadeira.

As regras, elaboradas durante a atividade, colaboram para a regulação do comportamento social e emocional, isto é, ensinam as crianças a se controlarem e agirem em várias situações do dia a dia. Oferecer autonomia permite, igualmente, o desenvolvimento do senso de responsabilidade, da organização e da autoconfiança.

Desperta a criatividade

Crianças são naturalmente curiosas e inventivas. Oportunizar situações e brincadeiras que estimulem a imaginação e a criatividade são maneiras de permitir que elas construam, pouco a pouco, o seu modo de expressão, ou seja, que desenvolvam a própria personalidade.

Brincando, elas descobrem que são capazes de interferir e transformar o mundo que as rodeia. O universo lúdico possibilita a fantasia, o faz-de-conta, a experimentação de papeis sociais.

Estimula o desenvolvimento motor

É muito importante incentivar as crianças a conhecerem e estabelecerem relações sadias com o próprio corpo. Para que o desenvolvimento infantil seja mais efetivo, é interessante estar atento às múltiplas dimensões dos sujeitos: emocional, social, intelectual e física.

O estímulo motor propiciado pelo ato de brincar promove esse aprendizado pleno, visto que ele melhora não somente a capacidade motora da criança, mas também cria meios para a expressão de seus desejos, incômodos e necessidades, bem como, de trabalharem as suas dificuldades. A consciência corporal também está diretamente ligada à criação de mecanismos de autoproteção e autocuidado.

Aumenta a concentração

Hoje em dia, as crianças são excessivamente estimuladas, recebendo informações por todos os lados e a todo momento. Nesse contexto, a dificuldade de concentração e a ansiedade se tornaram problemas recorrentes.

Por ser divertido e prazeroso, o brincar permite que elas sejam absorvidas por aquilo que estão fazendo, dedicando-se profundamente na resolução e alcance dos seus objetivos. Brincar exige atenção cognitiva e emocional, e isso contribui para que o seu filho esteja não apenas mais concentrado, como também mais compromissado e empenhado na consecução de tarefas que ele mesmo imaginou e se propôs a realizar.

Esses são apenas alguns dos inúmeros benefícios do ato de brincar. Importa frisar que os adultos podem participar das brincadeiras, dado que o seu envolvimento torna os laços afetivos mais sólidos e as relações familiares mais saudáveis.

Fonte: http://www.redecaminhodosaber.com.br/blog/category/educacao-infantil/

Brincar com os filhos virou coisa de adulto: a importância da interação

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A Declaração Universal dos Direitos da Criança, aprovada pelas Nações Unidas em 1959, afirma que toda criança tem direito ao lazer infantil.

Um dos reflexos da chamada pós-modernidade é o imediatismo, onde tudo o que fazemos acontece rapidamente, inclusive a interação com a família.

Em uma sociedade cada vez mais veloz e ocupada, a família perde espaço em um requisito obrigatório e extremamente importante no desenvolvimento das crianças: as brincadeiras!

As crianças que brincam com sua família desenvolvem desde cedo a capacidade de se colocar no lugar do outro, lidam melhor com suas emoções e guardam lembranças saudáveis e prazeirosas junto aos seus entes queridos, o que estimula e ajuda a desenvolver diversas habilidades intelectuais também como:

facilidade na comunicação;
facilidade na compreensão;
desenvolvimento do raciocínio;
apoio a aprendizagem em outras áreas;
complementação do ensino;
e outros…

3 dicas essenciais para brincar com os filhos

Aprender brincando é para todas as idades! Interagindo com os seus filhos, você não só fortalece laços como também exerce o autoconhecimento.

Veja algumas dicas essenciais para que as brincadeiras fluam ainda melhor:

Valorize a simplicidade
Brincadeiras com materiais simples ou improvisados animam o dia e fazem com que todos aproveitem o tempo de um jeito gostoso.

Jogue bola, peteca, amarelinha, ou convide as crianças para praticar habilidades manuais, cozinhando receitas simples junto delas ou modelando criaturas em massinha ou argila. Use a criatividade!

Não subestime o poder do carinho e a importância da interação
Cultivar uma postura carinhosa e receptiva faz com que os pais ganhem mais respeito dos filhos, proporcionando um equilíbrio emocional na família.

Uma postura amiga vem junto com:

muito diálogo;
orientação;
compreensão;
oportunidade de escolha;
respeito das individualidades;
empatia;
paciência
e outros…

Entenda os sentimentos das crianças
Crianças podem ter dificuldades para compreender, organizar e expressar o que sentem.

Quando isso ocorre, elas podem se tornar mais distantes, perder o interesse pela rotina e até mesmo chorar pelas coisas mais simples.

Por isso, é muito importante que os pais acompanhem as crianças, buscando confortá-las e incentivá-las para o diálogo.

Em momentos descontraídos, os pequenos podem se sentir mais confortáveis para expressar seus sentimentos.

Fonte: http://www.redecaminhodosaber.com.br/blog/category/educacao-infantil/

A importância do lúdico

Ao contrário do que muita gente pensa, as atividades para educação infantil não serve só para entreter ou distrair. Elas contribuem também para o desenvolvimento adequado das crianças e, consequentemente, para a formação dos futuros cidadãos do mundo.

Brincadeiras e desafios fazem bem ao corpo e à alma de qualquer pessoa. Tanto que muita gente diz que a infância proporciona as melhores lembranças. A criança que ri com os amigos e familiares, se diverte com os colegas e professores da escola e tem momentos de lazer, sente-se motivada a testar e descobrir coisas novas e é mais feliz.

Por trazerem inúmeros benefícios para o público infantil, as atividades para educação infantil são dinâmicas e precisam fazer parte da rotina da escola, onde as crianças passam boa parte de seus dias. Veja o que essas práticas proporcionam:


Estímulo ao desenvolvimento da criança

Cada brincadeira tem sua importância no processo de crescimento e desenvolvimento infantil. O estímulo acontece a partir de diferentes ações necessárias para a execução das atividades: imaginar, falar, criar, representar — por meio de desenhos, gestos ou textos — e assim por diante.

A prática lúdica permite que a criança tenha contato com regras, enfrente desafios, monte estratégias, explore ambientes e pratique a concentração. Tudo isso ajuda no desenvolvimento global: motor, físico, emocional, cognitivo e intelectual. Em outras palavras, ensina a garotada a pensar e analisar diferentes situações.

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Promoção de vínculos e sociabilização

Além de contribuírem com a formação individual de cada criança, as atividades para educação infantil também têm papel importante na sociabilização do público infantil. Afinal, é durante a prática de atividades em grupo que os pequenos aprendem a lidar com perfis diferentes, fazer novas amizades e criar vínculos com pessoas próximas.

Ao conviver com os colegas da escola, a criança assimila o que é companheirismo, desenvolve a tolerância e aprimora suas habilidades de comunicação e negociação. Com o tempo, ela descobre que nem tudo gira em torno de si, e passa a aceitar derrotas e frustrações com a mesma tranquilidade que vivencia vitórias e experiências positivas.

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8 sugestões de atividades para educação infantil

Entendendo a importância dos processos lúdicos na escola, os educadores devem definir as atividades individuais ou em grupo que serão realizadas. Para ajudar, listamos 8 brincadeiras que podem ser incluídas no planejamento escolar e trabalhadas com crianças de diferentes faixas etárias. Acompanhe:

1. ABC das frutas

Esse é um exercício muito rápido e dinâmico. Para começar, o professor deve citar as letras do alfabeto, uma a uma, e aguardar as respostas dos alunos. Estes devem falar o nome de frutas que iniciem com a letra indicada. Por exemplo:

letra “A”: abacate, abacaxi;
letra “B”: banana, butiá;
letra “C”: caju, coco.
Assim deve ser até o fim do alfabeto. As crianças adoram esse tipo de atividade porque podem falar à vontade. Ao mesmo tempo, elas descobrem novos nomes e a existência de inúmeras frutas, o que enriquece o vocabulário. O legal é que dá para adaptar o ABC a outros temas, como animais, flores, nomes de pessoas, partes do corpo etc..

2. Desenho e pintura a dedo

Como muitas crianças já sabem manipular aplicativos de celular, uma atividade tão simples como a pintura a dedo pode parecer desinteressante. Porém, o fato de envolver cores e mãozinhas sujas de tinta já é suficiente para divertir os pequenos e estimular a criatividade.

O professor deve distribuir tubos de guache e folhas em branco para cada aluno e, então, propor o desenho livre. Aos poucos, é possível orientar a criação de imagens específicas, o preenchimento de determinadas áreas do desenho e, no caso de crianças maiores, a composição de frases com letras.

3. Escultura com massa de modelar

A tradicional massinha é um excelente material para criar esculturas de bichinhos, pessoas ou qualquer outro elemento que a criança desejar. A ação de manipular o produto contribui para o desenvolvimento da coordenação motora e ainda exercita a musculatura das mãos.

É interessante providenciar massinha de modelar em diferentes cores para que os pequenos consigam detalhar melhor as suas criações. No fim da atividade, o professor pode expor as esculturas e pedir que os alunos descrevam o que fizeram.

4. Teatro de fantoches

As crianças adoram assistir ou fazer apresentações de fantoches. Esse tipo de atividade estimula a imaginação porque exige que os pequenos incorporem as vozes, manias e comportamentos de suas personagens favoritas.

É legal convidar a comunidade para prestigiar ou participar do teatro em determinados momentos. Se for frequente, a união de pais, alunos e professores em sala de aula contribuirá para uma melhor relação entre família e escola.

5. Jogo de adivinhação

Para esse exercício, o educador deve selecionar um aluno por vez e levá-lo para fora da sala. O objetivo é citar um verbo, como “gritar”, “pular”, “correr” e, então, pedir que a criança represente a ação aos colegas utilizando gestos e expressões faciais.

O primeiro aluno que acertar a palavra misteriosa será convidado a sair da sala para fazer a próxima mímica ao restante da turma. Esse jogo de adivinhação é interessante porque faz com que a criança aprenda a se expressar de maneiras diferentes da fala.

6. Vôlei de lençol

Essa atividade é muito divertida e rende boas risadas. O propósito é fazer a garotada trabalhar em conjunto para obter pontuações no vôlei. Ou seja, o sucesso da partida vai depender da contribuição de todos.

Para começar, é preciso dividir a turma em grupos de seis alunos. Cada equipe deve receber um lençol de casal — pode ser um pedaço de tecido grande, contanto que seja leve.

Em seguida, todos os integrantes devem agarrar o pano e esticá-lo para pegar a bola e lançá-la à outra equipe. Dependendo do tamanho da turma, o professor pode montar mais de uma rede e permitir que diversas equipes joguem ao mesmo tempo.

7. Oficina de carimbos

Os pequenos adoram receber carimbos estilizados para colorir ou enfeitar seus materiais. Agora, imagina se puderem criar e utilizar seus próprios modelos? Para isso, basta providenciar um pouco de EVA e itens básicos do material escolar, como lápis, tesoura sem ponta e tinta.

Os alunos devem desenhar figuras simples — flores, bichinhos, bonecos — no EVA e depois recortá-las. Em seguida, podem mergulhar cada molde na tinta e pressionar sobre a superfície desejada para deixar o carimbo. O exercício aguça a criatividade e ainda deixa a turma orgulhosa com suas criações.

8. Dado divertido

Essa brincadeira exige atenção e movimentação. Antes de começá-la, o educador deve confeccionar um dado e, em cada face do brinquedo, escrever uma ação a ser realizada pelas crianças. As palavras podem incluir: pular, rodar, sentar, acenar, deitar e abraçar.

Depois, o objeto é lançado e os alunos devem falar a palavra apresentada enquanto executam a ação. Esse exercício ajuda a associar determinados termos às ações que eles representam. Também é bacana o professor customizar vários dados para englobar outras palavras e, assim, enriquecer ainda mais o vocabulário dos pequenos.

São muitas opções, não é mesmo? Considere que se tratam apenas de sugestões, afinal, existe um monte de atividades para educação infantil. O importante é oferecer uma variedade de práticas que possam formar crianças mais felizes e preparadas para a vida em sociedade.

Gostou deste artigo especial sobre ações recreativas e educativas? Então fique à vontade para deixar sua opinião sobre o assunto aqui nos comentários e sugerir outras atividades para educação infantil que você conhece!


Fonte: https://educacaoinfantil.aix.com.br/atividades-para-educacao-infantil/

7 motivos para usar quebra-cabeças na educação infantil

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A origem do quebra-cabeça é uma dúvida, e não há nenhuma comprovação sobre a data e o responsável pela sua criação.

Na China existia o Tangram, com uma história de criação milenar, é um quebra-cabeça com peças geométricas que formam milhares de figuras com apenas 7 peças, porém se diferencia bastante do modelo tradicional o qual conhecemos.

Em 1820, o quebra-cabeça já fazia um enorme sucesso, sendo um dos principais brinquedos da época, com diversas gravuras e pinturas.

As peças como conhecemos hoje, apareceram um século após a invenção do cartógrafo inglês, e a Revolução Industrial que acontecia no período, contribuiu para a baratear o custo de produção e popularizar ainda mais o brinquedo.

O uso do quebra-cabeças na educação infantil é um clássico.

Estudos mostram que o quebra-cabeça serve como uma forma de fortalecer o elo familiar e torna o diálogo mais fácil entre pais e filhos, já que o ambiente relaxante facilita a conversa.

Um jogo onde a agilidade supera qualquer força física. No processo de formação educacional e cognitiva de uma criança, o jogo é um forte aliado no desenvolvimento:

físico;
neurológico;
psicomotor;
capacidades de concentração;
noção espacial e percepção visual;
Alguns estudiosos afirmam, inclusive, que este brinquedo auxilia também em processos de amadurecimento e resolução de questões de cunho psicológico.

O quebra-cabeças na educação infantil sempre foi um desejo.

São atraídas pela beleza das cores, pela variedade das peças, pelo desafio de conseguir montar o que os quebra-cabeças propõem e pela dinâmica inerente à manipulação das peças.

Estimular a aprendizagem;
Desenvolver a atenção e o pensamento lógico;
Desenvolver a coordenação motora e da possibilidade de dominar o corpo;
Desenvolver a inteligência;
Recontar as histórias;
Favorecer o desenvolvimento da atuação da memória;
Desenvolver diferentes habilidades do pensamento como: observar, comparar, analisar e sintetizar;

Fonte: http://www.redecaminhodosaber.com.br/blog/category/educacao-infantil/

Como aprender brincando com o Ditado Estourado

Trata-se de uma atividade criativa e estimulante criada para atingir os mesmos objetivos do ditado tradicional, porém de uma maneira muito mais divertida e participativa. O ditado estourado reforça aquilo que já foi ensinado ou diagnosticado, para compreender o que os estudantes assimilaram por meio de uma brincadeira. O importante (e essencial) é que esteja relacionado a algum tema já estudado pela criança.

Dentre os principais benefícios dessa proposta, destaca-se o desenvolvimento e estímulo de habilidades como a concentração, a escrita e leitura de palavras e números. Além disso, proporciona maior agilidade mental e facilidade em resolver cálculos. Com ele, é possível verificar o vocabulário e a ortografia, tanto em português como em outras línguas, servindo até mesmo como ferramenta para a construção de textos.

Como a atividade pode ser realizada?

Você pode fazer em qualquer lugar e não requer muita coisa, você vai precisar de:

Canetas coloridas;
Papel;
Balões.

Como fazer:

Escreva palavras diversas nos pedaços de papéis, dobre os papéis e coloque dentro dos balões.
Depois junto com seus alunos começa o processo de encher os balões. E em seguida começa a brincadeira.
Podemos separar por cores e pedir que ele estoure um balão a sua escolha e leia a palavra sorteada.

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Fonte: http://www.redecaminhodosaber.com.br/blog/category/educacao-infantil/